Trabalhar com produtores locais vai além de seguir uma tendência. É assumir um compromisso de escuta com quem planta, colhe, cria e entrega ingredientes que definem o sotaque de cada cozinha.
Conhecer os ciclos de cada produto ajuda a desenhar menus mais honestos: não se força um ingrediente fora do seu melhor momento, não se insiste em uma textura que a natureza não está entregando naquela semana.
Essa aproximação também permite construir pratos que carregam o território no sabor – ervas de um quintal específico, queijos de um único produtor, legumes que chegam com pequenas variações naturais e são tratados como virtude, não defeito.